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CAPELA MILITAR DO BOM JESUS

CAPELA BARROCA, SÉC. XVII E XVIII

Um expoente da arquitetura religiosa, barroca e rococó. A capela do Bom Jesus do Bonfim possui nave e capela-mor retangulares. No interior conserva a imagem de Nª Sra do Carmo, padroeira do Regimento de Infantaria n.o 21 estacionado em Valença. Aprecie a quantidade de condecorações da imagem e a inspiração e proteção dedicada no quadro lateral ao Regimento de Valença.

GPS: 42º1’42,45”N | 8º38’43,62”W

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FONTE DA VILA

FONTE, SÉC. XIV / XVIII

Localizada extramuros, no lado poente da Fortaleza, é uma fonte de origem medieval, renovada no século XVIII, como testemunham as armas reais colocadas sobre a caixa de água.
Um espaço cénico notável protegido pelo revelim da Fonte da Vila, onde se destacam a fonte, e os antigos tanques de lavar a roupa. O revelim em terra tem canhoneiras em alvenaria de granito e casamata enterrada na gola.

GPS: 42º1’49,57”N | 8º38’43,74”W

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IGREJA DE SANTO ESTÊVÃO

IGREJA DE SANTO ESTÊVÃO

TEMPLO ROMÂNICO, SÉC. XIII

Arquitetura religiosa, neoclássica. Igreja neoclássica de planta longitudinal, de 3 naves. Aqui esteve sediada a Colegiada de Santo Estêvão de Valença, bem como o Bispado de Ceuta. Desses tempos é possível apreciar a cadeira bispal, em estilo gótico-mudejar, bem como os cadeirais e as pinturas da vida de Stº Estevão. O templo conserva, ainda, o único quadro existente em Portugal da Virgem a amamentar o menino que escapou à Inquisição.

GPS: 42º1’54,02”N | 8º38´41,49”W

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PAIOL DO AÇOUGUE

PAIOL DE 1774

Datado de 1774 serviu de arrecadação de material de Guerra do 8.º Grupo de Metralhadoras. Tem planta retangular e sistema superior abobadado, resguardado por altos muros. É um dos emblemáticos edifícios que marca os séculos de função militar estratégica da Fortaleza de Valença.

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MARCO MILIÁRIO ROMANO

MARCO, SÉC. I D. C.

Marca as 42 milhas de distância de Braga a Tui e foi mandado construir pelo Imperador Cláudio, no séc. I DC. Ao longo dos tempos serviu, também, como pelourinho. A via romana XIX entra em Valença por Fontoura, cruza Cerdal na ponte da Pedreira e chegava à veiga de Valença onde se fazia a passagem para Tui. Uma via com fins militares , comerciais e de pacificação do território.

GPS: 42º1’54,4”N | 8º38’41,34”W

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PAIOL DO CAMPO DE MARTE

PAIOL, SÉC. XVIII

Construído em 1715, situa-se na parte sul da fortificação. Com duas salas de planta retangular, envolvidas por muro alto, portal entre pilastras encimado pela Pedra de Armas de Portugal e, em baixo, pela dos Ataídes, no seu interior, sob uma laje sepulcral, jaz o Tenente-General Jean Victoire Miron de Sabionne, Governador da Praça e fundador da Aula Real de Artilharia.

GPS: 42° 1’39.62”N | 8°38’46.24”W

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PORTAL CHAMPALIMAUD NUSSANE

CASA DO MARECHAL, SÉC. XVIII

Casa em forma de L invertido, na Rua Mouzinho de Albuquerque é uma das mais relevantes construções do Centro Histórico, ao nível do interesse arquitetónico. Exemplar da arquitetura tardo-barroca, pertenceu ao Marechal Champalimaud de Nussane, figura proeminente do Exército português que foi, também, governador da Praça Forte de Valença.

GPS: 42º1’54,11”N | 8º38’43,11”W

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PORTAS DA COROADA

PORTA, SÉC. XVII

Localizadas na extremidade sul da Fortaleza é a principal porta de entrada na fortificação. A imponência da frontaria, a dimensão do tunel entre as duas pontas, a robustes dos seus muros transportam o visitante para o imaginário de uma fortigicação verdadeiramente invencível. 

Mandadas construir pelo rei D. Pedro II são protegidas pelo revelim da Coroada.

GPS: 42º1’38,41”N | 8º38’44,51”W

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PORTAS DA GAVIARRA

PORTA, SÉC. XVII

Situada a leste, comunicava com o cais do Rio Minho e a estrada para Monção. Rasgando-se na gola do Baluarte do Socorro; sob este desenvolve-se um túnel em cotovelo, abobadado e protegido por gradeamento de ferro; nessa estrutura abre-se a chamada Porta Afonsina e encontra-se a antiga cisterna de São Vicente. São estas portas que, ainda hoje, os peregrinos a Santiago atravessam em direção à centenária ponte metálica do Rio Minho.

GPS: 42º01’59.82”N | 8º38”42.29”O

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